Você é o que você come!
Nada é mais
verdadeiro que o mais clichê
dos ditados: Você é o que você come!
A alimentação saudável, felizmente, é uma tendência cada dia mais presente no cotidiano das pessoas. Em qualquer encontro de amigos, eventos familiares ou programas de televisão este é o assunto mais discutido: alimentos naturais, dietas da moda, novos suplementos ou receitas saudáveis e saborosas! Ainda bem que as pessoas estão se conscientizando de que nada é mais verdadeiro que o mais clichê dos ditados: ”você é o que você come!“ Nosso corpo está em constante gasto energético para manter suas atividades vitais. O simples fato de respirarmos, falarmos, andarmos ou qualquer outra ação que desempenhamos requer energia, e para isso precisamos de combustível constantemente. Não tem segredo, é como um carro: se não houver combustível, ele vai falhar. Usando a mesma analogia, se for um combustível de má qualidade, o carro terá mais dificuldade de funcionar, ou terá suas peças danificadas. O mesmo acontece com nosso corpo. Quanto mais qualidade tiverem os alimentos que fornecermos a ele, melhor ele funcionará. Da mesma forma, o oposto também acontece: alimentos de má qualidade prejudicam seu funcionamento. Para manter uma alimentação saudável não é importante apenas contar calorias e fazer a matemática do consumo e gasto para manter, ganhar ou perder peso. Uma alimentação saudável vai muito além disso! Abrange uma alimentação completa, com uma distribuição balanceada de alimentos de todos os grupos alimentares apresentando todos os nutrientes necessários para o bom funcionamento do nosso corpo: fontes de carboidratos como cereais, pães e massas, de preferência integrais; fontes de proteínas, como carnes de preferência magras, ovos, leite e queijos, de preferência brancos; fontes de gordura de boa qualidade como azeite extravirgem, castanhas, sementes oleaginosas e abacate; e fontes de vitaminas, minerais e fibras, presentes principalmente em vegetais e frutas! Alimentos fritos e que contêm açúcar comum (balas, sorvetes, bolos, doces, chocolates, etc.) devem ser evitados ou consumidos em pequenas quantidades, já que eles não fornecem nutrientes e são ricos em calorias “vazias”. O mesmo podemos dizer do álcool. Seguindo essas dicas básicas já é possível considerar uma alimentação de qualidade. Para garantir uma alimentação ainda melhor deve-se considerar a individualidade bioquímica, rotina, preferências e gasto energético de cada pessoa! A atividade física também é crucial para garantir que o organismo funcione bem, e sua introdução também quer cuidados específicos nos hábitos alimentares!
Por: Francisco José de Lima Miranda (Chicão)
Nutricionista – CRM – 9-2934